segunda-feira, 7 de abril de 2014

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"Que a força esteja com vocês!"

Postado Por Clóvis Jr  | Sem Comentarios

Fala, galerinha do mal! Só os futuros revendedores Jequiti acessando nesse momento!

Meus queridos, em primeiro lugar, boa noite, boa madrugada, bom dia, boa tarde, bom estudo! 


"Vida longa e próspera!"

Que tal algumas piadinhas que retratam muito bem o que vocês estão passando e, pior, o que ainda vão passar?! Além disso, são bastante animadoras (ou não).
Pois aí vai! Divirtam-se!

Desejo a todos inimigos semana de provas

Acho que as palavras: felicidade, vida, amor ao próximo, dignidade e respeito, não existem em semanas de prova.

Oscar de pior filme: minhas notas.

É bem provável que o meu sono deve estar amarrado em algum poste da vida.

No ônibus da vida eu sou aquele passageiro que já está mais de 2 horas na parada esperando o ônibus passar.

Mais vergonhoso do que o futebol do Corinthians, só o meu histórico acadêmico.

Mais chateada que a Justiça do Trabalho depois da EC 45.

Você é convidado para ser conciliador de um conflito: na reitoria da USP.

Existem as matérias compreensíveis, as superáveis, as impossíveis, e as 710 modalidades de usucapião.

Você estuda todas as súmulas. O professor pede as canceladas.

Todos comentam sobre a conclusão do TCC. Você ainda não escolheu o tema.

Todos tem planos para depois de formados. A sua única expectativa é passar na OAB.

"Será que eu já posso enlouquecer, ou devo apenas sorrir" Pitty antes de fazer uma prova de direito.

Um estudante de medicina quando se forma é médico. Um estudante de Direito quando se forma é um bacharel - pausa dramática.

"Bem aventurados aqueles que podem ter uma noite de sono."

Existe santo para as causas impossíveis, para o casamento e para os desesperados. Quanto ao do estagiário, eu nunca ouvi falar....

E para encerrar...

"No final do curso você já confunde seu orientador com um psicólogo."


Amém!

Meus lindos, Vade Mecum nas mãos, marcador de texto do lado, celular no silencioso, computador desligado e que a força esteja com vocês!

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sexta-feira, 4 de abril de 2014

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JUIZ NEGA ESTAGIÁRIO DE COMER PÃO NA HORA DO LANCHE

Postado Por Unknown  | Sem Comentarios

Sabemos que a vida de um Estagiário não é fácil. Buscar cafezinho, pagar as contas, buscar os filhos do chefe, são apenas um dos pequenos afazeres atribuídos aos estagiários.

Agora, negar um pãozinho na hora do lanche, é de mais.

Quem é ou já foi estagiário, sabe do que estou falando aqui. Estagiário sofre!


Tal recado está afixado no refeitório de um fórum paulista.

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quinta-feira, 3 de abril de 2014

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5 atitudes para conseguir estudar mais em menos tempo

Postado Por Unknown  | Sem Comentarios


Sei que pode ser difícil se concentrar para estudar de forma proveitosa nesse mundo onde há tanta coisa para se distrair. Facebook, WhatsApp são exemplos de distrações que caíram no gosto popular. Porém, sempre há uma maneira de se abster de tudo isso e cair de cabeça nos estudos e ter um bom desempenho.

Veja como você pode ter um bom rendimento nos estudos:
1 Preste atenção ao fluxo de respiração
Sim, investir 2 minutos da sua atenção (apenas) no ritmo da respiração pode ser decisivo para baixar a ansiedade e melhorar a concentração.
“É um exercício simples, que dá para fazer em casa e baixar a adrenalina”, diz Juliana. Experimente alongar o tempo de inspiração e, sobretudo, o de expiração durante estes minutos.
2 Foque em um ponto estático
O esvaziamento da mente é um dos pressupostos da meditação cujo objetivo é conectar o praticante ao momento presente. Seus benefícios para ativar a capacidade de foco são propagados há milhares de anos.
Para se ter uma ideia, na época do julgamento do mensalão, o então ministro do STF, Ayres Britto, contou que 30 minutos diários de meditação bastavam para encarar com serenidade a pressão e a pesada carga de trabalho.
Nunca tentou? Para começar, imagine, por alguns minutos, a chama de uma vela e tente controlar o movimento com a mente. “O desafio é não pensar em mais nada, o que é bem difícil”, diz Juliana.
3 Vá logo ao limite da sua capacidade mental
Com mais tranquilidade, é hora de partir para os livros e apostilas. Mas não comece pelo caminho mais fácil, ou seja, aquela matéria que você já domina.
Na opinião de Juliana, assuntos complexos forçam a mente a trabalhar mais. “Quanto mais difícil, mais você terá que se concentrar e, assim, seu cérebro permitirá menos brechas para a distração”, recomenda.
4 Faça do estudo um jogo
Criar um esquema de “auto premiação” pode ser o empurrãozinho que faltava para continuar motivado, segundo Juliana.
Venceu um tópico daquela doutrina complicada? Gabaritou a lista de exercícios? Ponto para você.
Estabeleça uma lista metas, e à medida que elas forem cumpridas, dê a si mesmo pequenos “presentes”, como pausas e momentos para estudar sua matéria preferida, por exemplo. 
Depois
5 Anote o que tira a sua concentração
Conhecer o “inimigo” é o primeiro passo para superá-lo. Por isso, Juliana indica também um exercício de autoconhecimento.
A ideia é verificar o que o tira do foco e criar suas próprias estratégias para não se deixar vencer pela distração.
Fonte: EXAME.COM
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quarta-feira, 2 de abril de 2014

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JUSTIÇA OBRIGA MULHER A FAZER CESARIANA CONTRA SUA VONTADE

Postado Por Unknown  | Sem Comentarios


A justiça gaúcha determinou que uma grávida fosse submetida a uma cesariana contra a vontade dela por considerar que a mãe e o bebê corriam risco de morrer. A médica que atendeu a paciente fez o pedido.
Segundo o hospital, a grávida de 29 anos chegou com fortes dores e a médica disse que o bebê estava sentado e, como a jovem já tinha passado por outras duas cesáreas, o risco de parto normal era muito grande.
A grávida contrariou a recomendação e foi pra casa. A médica, então, acionou o Ministério Público e a Justiça determinou que policias militares buscassem a gravida em casa. Nesta terça-feira (1º), a jovem fez a cesariana e deu a luz a uma menina.
Fonte: R7
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JUSTIÇA ACEITA POSTAGEM DE FACEBOOK COMO PROVA

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Uma cozinheira do município de Ourizona, no norte do Paraná, conseguiu que uma prova retirada do Facebook seja considerada válida para incluir mais uma empresa no polo passivo da ação trabalhista movida contra a ex-patroa. A cozinheira trabalhou na lanchonete e restaurante Equilibrium por um ano e meio, sem ter a carteira de trabalho corretamente assinada. Entrou com ação pedindo horas extras, férias e danos morais. 
Na audiência de instrução, realizada em abril de 2010 na 1ª Vara do Trabalho de Maringá, chegou-se a um acordo no valor de R$10 mil que não foi cumprido, dando início à fase de execução do débito trabalhista. 
Ao descobrir que a ex-patroa era gerente da loja de materiais de construção do marido, a cozinheira pediu que esta empresa também fosse incluída no polo passivo – solicitação negada pelo juiz.


Ao analisarem o caso, os desembargadores da Seção Especializada* do TRT-PR decidiram por unanimidade incluir no processo a loja Vida Nova Materiais de Construção. A relatora do acórdão, desembargadora Eneida Cornel, afirmou que a prova utilizada foi lícita, visto que a própria dona do restaurante colocou no site a informação de que era também gerente da empresa do marido. 
A admissão de elementos de prova não previstos expressamente no ordenamento jurídico, segundo a magistrada, é tema que ganhou especial importância com a utilização de dados extraídos da internet. Para fundamentar sua decisão, a relatora citou o artigo 332 do Código de Processo Civil, segundo o qual "todos os meios legais, bem como os moralmente legítimos, ainda que não especificados neste Código, são hábeis para provar a verdade dos fatos, em que se funda a ação ou a defesa”. 
“A apresentação de documento que evidencia o comportamento da parte fora do processo, extraído de sítio de relacionamento na internet aberto ao público, está de acordo com o princípio da atipicidade e integra o direito à prova, na medida em que o objeto é lícito e a obtenção regular”, afirmou a desembargadora.
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sábado, 29 de março de 2014

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JOVEM MATA COM 65 FACADAS AMIGA QUE DIVULGOU SUA FOTO NUA NO FACEBOOK

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Uma jovem de 16 anos foi encontrada morta em seu quarto após ter sido esfaqueada por sua melhor amiga, na Cidade do México. O crime foi cometido porque a vítima, Anel Báez, postou uma foto da colega Erandy Elizabeth, nua, no Facebook.
A acusada já tinha ameaçado Báez pelo Twitter. “Posso parecer muito calma, mas na minha cabeça, já te matei três vezes” e “vou te enterrar até o final deste ano”, escreveu Elizabeth em sua conta no microblog.
Amigas em comum das duas garotas declararam à Justiça que já havia um tempo que as jovens não se davam muito bem e que, na quarta-feira, 19, Elizabeth foi até a casa de Báez depois de saber que a adolescente estava sozinha na residência. Segundo o testemunho das garotas, Elizabeth pediu para ir ao banheiro e foi até a cozinha pegar uma faca. Em seguida, matou Báez com 65 punhaladas.
A menina foi levada pela polícia logo depois do funeral de Báez, e, em sua declaração, garantiu que vingança tinha sido o principal motivo do homicídio.
Em outubro de 2012, Anel tinha postado uma foto sua com Elizabeth em sua página noFacebook. Junto da imagem ela havia escrito que “amava a amiga”.
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segunda-feira, 24 de março de 2014

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ABSURDO! Garoto de 14 anos estupra a própria mãe em sua casa

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Um garoto de 14 anos de idade foi acusado de estuprar sua própria mãe. O ataque ocorreu na casa da família em Blackpool, na semana passada.
O adolescente é a pessoa mais jovem a ser acusado do crime. O garoto, que não pode ter seu nome divulgado por razões legais, compareceu ao tribunal do magistrado, onde estava em prisão preventiva antes da audiência em Preston Crown Court.
O juiz distrital Jeff Brailsford descreveu o crime como "grave", e assim não poderia ser tratado em tribunais inferiores.
FONTE: Tech Mestre
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ABSURDO! Mãe obriga filho a vê-la tendo relações íntimas com os irmãos

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Uma mulher de 58 anos, que agrediu os filhos na infância, se declarou culpada de abuso e até mesmo de obriga-los a assisti-la tendo relação íntima com irmãos dela.
O tribunal Belfast analisou a crueldade terrível dada a 4 dos 6 irmãos - um menino e suas três irmãs mais novas - por seus próprios pais, tios e outros conhecidos da família.
Tudo começou quando as vítimas eram crianças. A mãe se defendeu dizendo que procurava “educar” os filhos, ensinando como deveriam ter relações íntimas. Para isso obrigou o filho a assisti-la tendo relações com vários homens, incluindo os próprios irmãos dela. Ela até mesmo o fez tocar em regiões íntimas durante os ataques, que começaram quando a criança tinha 4 anos de idade.
As meninas foram submetidas a agressões íntimas e atentado violento ao pudor, além de terem sido barbaramente espancadas pelo pais durante 2 anos.
Todos os 6 acusados, incluindo Fitzpatrick, de Crewhill Gardens em Ardglass, e Kilmartin, de Bryansford Gardens, em Newcastle, se declararam culpados de um total de 49 acusações.
A mãe das crianças, agora crescidas, enfrenta o maior número de acusações. O caso continua em julgamento.
FONTE: Mirror
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sexta-feira, 21 de março de 2014

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Júri gargalha ao descobrir o tamanho do pênis do réu

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Convocado para um caso de violência sexual, um júri inglês teve de ser suspenso por conta do excesso de risadas após revelação do tamanho do pênis do réu. Max Clifford, de 70 anos, é acusado de abusar sexualmente de sete mulheres.


Durante o julgamento, foi revelado que o pênis do réu mede 6,3 centímetros ereto, fato que gerou comoção entre o júri. Os integrantes, porém, não conseguiram se segurar na risada quando uma das vítimas falou sobre o tamanho.

"Eu tenho uma boca pequena. Meu dentista sempre disse isso", teria dito a vítima, que não teve seu nome revelado e acusa Max de ter abusado dela nos anos 1980.

Após a frase da vítima, as gargalhadas do júri foram aumentando até que o juiz foi obrigado a promover um recesso para que eles pudessem se reestabelecer. Clifford ficou conhecido no mundo por conta de seu relacionamento com a cantora Diana Ross.


Fonte: Yahoo
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ADVOGADO INDENIZARÁ CLIENTE POR COBRAR CUSTAS E HONORÁRIOS ACIMA DO “PERMITIDO”

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Um advogado deverá pagar a uma cliente aproximadamente R$ 390 mil por cobrar valores fora do comum ao representá-la em processo. O causídico solicitou à autora, a teledramaturga e jornalista Letícia Dornelles, R$ 252,2 mil de honorários e R$ 80,4 mil a título de custas processuais em uma causa de R$ 400 mil. A sentença foi proferida pela juíza de Direito Simone Gastesi Chevrand, da 25ª vara Cível do RJ.
Em contestação às acusações, o profissional alegou que milita no foro há 26 anos e possui larga experiência no ramo de direito da imagem e que trabalha cobrando, antecipadamente, honorários por seu labor. O advogado ainda sustentou não ser possível restringir a livre iniciativa privada, assegurada constitucionalmente, e esclareceu que na cobrança adicionou a assessoria jurídica prestada anteriormente à contratação. Segundo o causídico, parte do valor foi destinada ao pagamento de uma assistente exclusiva para o caso.
Para a julgadora, na contramão dos argumentos apresentados pelo réu, o advogado claramente efetuou cobrança indevida, de má fé, "afinal, o valor de despesas do processo é fixado em tabelas fixadas pela Corregedoria de Justiça do tribunal local e é de conhecimento obrigatório ao advogado militante". "A cobrança de quantia dez vezes superior à efetivamente devida é absolutamente incompatível com qualquer erro escusável".
No tocante aos honorários, a magistrada ponderou que o limite deve estar assentado em critérios de razoabilidade e éticos. "Nem se argumente que o réu se valeu do princípio da livre iniciativa assegurado na Constituição da República. Ele, como advogado, não é empresário. É profissional liberal de quem é exigido irrestrito cumprimento a deveres civis contratuais, além de éticos e morais inerentes a honrosa profissão".
O advogado foi condenado a restituir de maneira dobrada R$ 72.212,19 (diferença entre os R$ 80,4 mil cobrados e pagos menos R$ 8.187,81 efetivamente destinados ao pagamento de custas processuais); restituir R$ 225.370,91 (diferença entre o valor cobrado e pago a título de honorários - R$252.212,19 - e a quantia arbitrada por perito para serviços prestados - R$ 26.841,28); e pagar R$ 20 mil pelos danos morais causados.
Fonte: Migalhas, N.E.D.
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quinta-feira, 20 de março de 2014

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PROJETO QUE LEGALIZA A MACONHA PODE PERDOAR MAIS DE 100 MIL TRAFICANTES DE DROGAS

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O projeto que legaliza o consumo de maconha, apresentado nesta quarta-feira (19) pelo deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), também perdoa os traficantes da droga. Pela proposta, presos condenados pelo comércio de outras drogas, como cocaína, crack e LSD, por exemplo, continuariam na cadeia. Não é possível saber com exatidão quantas pessoas poderão se beneficiar do projeto caso ele seja aprovado. Hoje, existem no Brasil 131 mil pessoas presas por tráfico, independentemente do tipo de droga comercializada.
O Projeto de Lei 7270/14 prevê anistia para quem foi condenado por venda da maconha. A medida vale para as condenações anteriores à aprovação da lei. Segundo o texto, o perdão é para “todos que, antes da sanção da lei, cometeram crime previsto na lei antidrogas, sempre que a droga que tiver sido objeto da conduta anteriormente ilícita por elas praticada tenha sido a cannabis [nome científico da planta], derivados e produtos da cannabis”.
Em entrevista ao Congresso em Foco, Jean disse que a soltura do traficante é uma questão de coerência. “Se a venda for legalizada, não faz sentido a pessoa continuar presa. A gente precisa ser uma sociedade solidária, discutir. Nós temos a quarta maior população carcerária do mundo”, disse ele hoje.
Segundo o deputado, pobres e negros são os principais integrantes das cadeias. “Precisamos acabar com isso de punir pobres e negros, principalmente jovens, moradores de periferias das grandes cidades, que são aliciados pelo tráfico e presos por portarem quantidades de maconha. Eles são jogados em celas, num sistema carcerário desumano.”
População contra
De acordo com levantamento da empresa Expertise, divulgado no final do mês passado, 81% dos brasileiros são contra a legalização da maconha e 19%, favoráveis. Os números são semelhantes aos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), apurados em 2013, que apontaram 75% da população contrária à liberação do entorpecente.
Porém, a Expertise anotou que 57% dos brasileiros são favoráveis ao uso medicinal da maconha.
Segundo lugar
Tráfico de drogas é o segundo principal motivo de prisões no Brasil, perdendo apenas para crimes contra o patrimônio, como roubo e estelionato. O último levantamento do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), de 2012, mostra que venda de drogas ilícitas é o motivo da prisão de 25% das 548 mil pessoas que formam a população carcerária.
Destes, 131 mil cometeram tráfico comum e 6.800, internacional. Entre os traficantes detidos, 123 mil são homens e 15 mil mulheres.
O projeto de Jean Wyllys tem exceções. Os presos por tráfico internacional de drogas não poderiam ser beneficiados pela anistia. Também estariam fora quem for processado por crimes praticados com violência, grave ameaça ou emprego de arma de fogo.
Perdem ainda a anistia quem cometer crimes valendo-se de cargos públicos ou no desempenho de missão de educação, poder familiar, guarda ou vigilância. Se houver envolvimento de criança, adolescente ou pessoa com menor capacidade de entendimento, também não se admite o perdão da pena.
Segundo projeto este ano
A proposta para legalizar a maconha é a segunda apresentada este ano na Câmara. No mês passado, o deputado Eurico Júnior (PV-RJ) protocolou texto sobre o mesmo assunto. A principal diferença entre os dois são as quantidades que podem ser produzidas de forma caseira e a previsão de produção em larga escala.
O projeto do deputado Jean Wyllys permite uma grande plantação de maconha desde que inspecionada e fiscalizada pelo Ministério da Agricultura.
Também há variação na quantidade de pés que podem ser cultivados em casa. A proposta de Eurico Júnior permite, no máximo, seis pés da planta por residência. O de Jean Wyllys legaliza a produção de 12 pés por pessoa em cada casa: seis pés maduros e seis verdes. Se a produção passar de uma dúzia de plantas, é necessária comprovação de que a quantidade de plantas é proporcional ao número de residentes no local. Os dois projetos preveem o máximo de 480 gramas para a produção caseira.
Fora da inspeção
Pelo texto de Jean Wyllys, a cannabis, nome científico da maconha, deixa de integrar a lista de substâncias e medicamentos sujeitos à inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Passa a fazer parte da mesma lei que regulamenta o uso de cigarros e bebidas alcoólicas. O projeto define como Cannabis toda a parte da planta, em crescimento ou não, as sementes da mesma, a resina extraída de qualquer parte da planta, e todo o composto, manufatura, sal, derivados, mistura ou preparação da planta.
O texto mais recente, como o anterior, legaliza e regulamenta o cultivo e uso em associações. Os clubes de autocultivadores deverão ter um máximo de 45 sócios. Poderão plantar um número de plantas proporcional ao número de sócios, o que equivale a um máximo de 540 plantas de Cannabis para clubes de 45 sócios, sendo 270 plantas maduras e 270 plantas imaturas, e obter como produto da colheita da plantação um máximo de armazenamento anual proporcional ao número de sócios, que não poderá exceder 21,6 kg anuais.
No Senado
O Senado também terá de discutir o assunto nos próximos meses. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentará, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, parecer a uma proposta que libera o uso recreativo, medicinal ou industrial da droga.
A sugestão chegou ao Senado por meio do portal da Casa recebeu mais de 20 mil manifestações de apoio. Caberá ao relator opinar pela rejeição ou pela transformação da proposta em projeto de lei.
O texto sugerido aos senadores prevê que o consumo da maconha seja legalizado, a exemplo do que ocorre hoje com bebidas alcoólicas e cigarros. Estabelece, ainda, que seja considerado legal “o cultivo caseiro, o registro de clubes de cultivadores, o licenciamento de estabelecimentos de cultivo e de venda de maconha no atacado e no varejo e a regularização do uso medicinal”.
Cristovam pediu um estudo a consultores do Senado para saber como andam os processos de legalização da maconha em outros países, quais são os impactos científicos e econômicos da medida, seus benefícios e custos. O estudo também deve indicar se a liberação contribui para o aumento ou diminuição do consumo da droga.
Em maio do ano passado, a Associação Brasileira do Estudo do Álcool e outras Drogas (Abead) se posicionou, pela primeira vez, contra a legalização da maconh, em um relatório entregue ao chefe da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), Vitore André Zílio Maximiano. De acordo com a entidade, em sete países, a liberação da droga causou mais prejuízos (aumento do consumo e diminuição da idade de experimentação, por exemplo) que benefícios, como a queda no número de prisões e o crescimento da busca por tratamento.
Uruguai
Em dezembro do ano passado, o Senado uruguaio aprovou a legalização da produção, distribuição e venda da maconha sob controle do Estado. Pela lei uruguaia, o usuário pode comprar até 40 gramas de maconha por mês, em farmácias, e cultivar até seis pés da erva individualmente.
Esse número sobe para 99 plantas caso os usuários se reúnam em clubes com 15 a 45 integrantes. O governo do país vizinho defende a medida como forma de reduzir o poder do narcotráfico e a dependência dos uruguaios de drogas mais pesadas.
Traficante e usuário
A chamada Lei Antidrogas (11.343/2006) proíbe o uso de substâncias entorpecentes, “bem como o plantio, a cultura, a colheita e a exploração de vegetais e substratos dos quais possam ser extraídas ou produzidas drogas”. A lei estabelece punições diferentes para usuários e traficantes. Quem for flagrado comprando, guardando ou transportando droga para consumo pessoal está sujeito a advertência, prestação de serviço à comunidade e a medida educativa de comparecimento a programas ou cursos.
Já os traficantes podem ser condenados de cinco a 15 anos de prisão, além do pagamento de multa. Cerca de 25% dos 548 mil presos brasileiros estão privados da liberdade por terem sido enquadrados no crime de tráfico de drogas. A lei, no entanto, não estabelece critérios objetivos para diferenciar o usuário do traficante. A decisão cabe ao juiz.

Fonte: Congresso em Foco
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quarta-feira, 19 de março de 2014

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ANÚNCIO DE EMPREGO OFERECE SALÁRIO MÍNIMO PARA ADVOGADO

Postado Por Unknown  | 2 Comentarios


É, meus caros, a vida, realmente, não ta fácil para ninguém. De qualquer forma, isso deve assustar a maioria dos advogados recém formados.

Qual seria sua reação se visse, nos classificados de um jornal, um escritório oferecendo um emprego para advogado, pagando um salário mínimo?
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MULHER FOI CONDENADA POR TRAIR O MARIDO E AINDA TIRAR SARRO!

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Uma servente industrial de Nanuque (Vale do Mucuri) foi condenada a indenizar o ex-companheiro por danos morais pelo fato de tê-lo traído publicamente durante o relacionamento e ainda ter feito comentários depreciativos sobre seu desempenho sexual, inclusive no ambiente de trabalho de ambos. A decisão é da 10ª câmara Cível do TJ/MG, que aumentou o valor da indenização de R$ 5 mil para R$ 8 mil.
O ex-companheiro alega que conviveu com a servente por aproximadamente dez anos, "formando uma verdadeira família", tendo inclusive assumido seus dois filhos. Ele narra que no final de 2007 a mulher passou a traí-lo com um instrutor de auto-escola e esse envolvimento chegou ao conhecimento do círculo de amizade do casal. Segundo alega, ele foi o último a saber.
Com o passar do tempo a servente teria passado a relatar suas "aventuras extraconjugais" aos colegas de trabalho, até mesmo para pessoas que não tinham intimidade com o casal. Ela teria inclusive ridicularizado o companheiro, fazendo comentários depreciativos sobre o seu desempenho sexual.
A juíza Patrícia Bitencourt Moreira, da 2ª vara de Nanuque, condenou a servente ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil. A juíza concluiu que o autor da ação foi lesado em sua honra pela conduta ilícita da servente, "conduta essa que não se limitou à traição pública, mas consistiu especialmente em comentários públicos absolutamente depreciativos da imagem do autor que naturalmente lhe causaram inegável dor e constrangimento."
O ex-companheiro pediu o aumento do valor da indenização, enquanto a servente alegou que não havia requisitos ensejadores do dano moral e sim "meros dissabores".
O desembargador Gutemberg da Mota e Silva, relator, afirmou que o autor "sofreu inegáveis danos morais decorrentes da conduta extremamente desrespeitosa da servente, que traiu seu companheiro, expondo-o a situação humilhante e vexatória, por meio de comentários negativos sobre ele, fato este que certamente lhe causou angústia, decepção, sofrimento e constrangimento."
O desembargador considerou razoável a majoração do valor para R$ 8 mil.
Fonte: Migalhas
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JUSTIÇA AUTORIZA ALUNO DE 15 ANOS A CURSAR FACULDADE DE DIREITO

Postado Por Unknown  | Sem Comentarios

Antonio Carlos da Costa Junior, de 15 anos, morador de Presidente Venceslau, conseguiu na Justiça autorização para poder frequentar as aulas do curso de direito da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), campus de Três Lagoas (MS). Em 2013, quando ainda cursava o primeiro ano do ensino médio, ele prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e foi aprovado entre os 20 melhores. Após a divulgação do resultado, para ter o poder “pular” duas séries, os pais de Júnior precisaram pedir uma antecipação de tutela, proferida nesta segunda-feira (17), dia da matrícula.
“Eu estudo bastante desde a 8ª série. Sou bolsista em um colégio particular onde meu pai é professor e  decidi que faria medicina. Porém, com o passar dos anos, percebi que não era isso que eu queria. Minha irmã estudava direito na UFMS e durante algumas conversas decidi que era essa carreira que eu queria seguir”, afirma o jovem universitário, que neste ano tinha começado a cursar o segundo ano do ensino médio.
Porém, a conquista precoce de Júnior quase não pode ser comemorada. “Precisava entregar o certificado de conclusão de curso, mas era praticamente impossível conseguir faltando quase dois anos para terminar o ensino médio. Tivemos que ir atrás de um advogado, que conseguiu uma liminar na Justiça”, conta.
O documento foi motivo de ansiedade para toda a família. O pai de Júnior, Antonio Carlos da Costa, conhecido como Toninho, de 50 anos, conta que durante a espera, a expectativa  foi grande. “Não conseguíamos caracterizar um sentimento. Com a nota do Enem, tínhamos quase certeza de que ele conseguiria a vaga. A parte dele já tinha sido feita, ficamos dependendo da Justiça. Foram dias de ansiedade até sair o resultado da liminar. Felizmente deu tudo certo e nesta quarta-feira [19], ele já poderá iniciar os estudos na universidade. Mas a nossa ficha ainda não caiu”, relata o pai.
A juíza Daiane Thaís Souto Oliva de Souza, da 2ª Vara do Fórum de Presidente Venceslau considerou plausível a capacidade intelectual do aluno, “necessária para prosseguir com seus estudos em nível superior, embora conte com somente 15 anos”. Segundo ela, “a idade isoladamente considerada, não obstante a previsão expressa na Portaria 144/2012 do Ministério da Educação, não pode constituir óbice intransponível ao acesso a níveis superiores de ensino, segundo a capacidade de cada um”.
Filho de professores e irmão mais novo de duas estudantes de universidades públicas, Júnior não esconde a ansiedade por ser o aluno mais novo da sala. “Estou na expectativa, mas não tenho medo, não. Creio que estou preparado para começar a faculdade”.
O pai, cheio de orgulho, conta que o adolescente sempre foi muito esforçado e responsável. “O conhecimento dele é acima da média. Nos boletins, grande parte das notas eram 10. Ele sempre estudou sozinho, se preparou com antecedência para o Enem e o resultado foi esse: 19º lugar no curso de direito da UFMS”.
O estudante também foi classificado para a segunda opção de curso selecionada no Enem, na Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS). “Optei em ficar na UFMS para poder morar com as minhas irmãs. Elas já estudam por lá, porém, como a mais velha mora em Ilha Solteira [SP], eu e a minha irmã do meio vamos para lá também. São 45 minutos até a Universidade na cidade vizinha”, diz.
Segundo os pais, apesar da confiança, eles só autorizaram a mudança do adolescente devido ao cuidado que receberá das irmãs. “Se fosse em outro local, ele não iria. Apesar de acreditarmos na maturidade dele, o Júnior é muito novo. Com as irmãs, sabemos que ele estará em boas mãos”, comenta o pai.
Embora comemore a felicidade do filho, ele não deixa de afirmar que o coração está apertado por deixa-lo sair de casa tão jovem. “ É complicado. Os três estão indo embora e o ninho ficou totalmente vazio. Mas eu e a mãe deles sabemos que é assim mesmo, eles têm que tocar a vida. Ele realmente queria muito isso e está preparado para enfrentar os desafios que estão por vir. Em virtude disso, aceitamos essa separação, mas não deixamos de monitorá-los e de cuidar. Eles são as nossas joias”.
Fonte: G1
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terça-feira, 18 de março de 2014

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JUIZ MANDA SOLTAR CORINTIANOS QUE DESTRUÍRAM CT E DIZ: ELES SÃO APENAS FIÉIS

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No despacho pelo qual mandou soltar os presos acusados de invadir o CT do Corinthians em fevereiro, o juiz Gilberto Azevedo Morais Costa escreveu que “tudo não passou de "um ato de revolta dos torcedores, fiéis que são"”.
Gabriel Monteiro de Campos e Tarcísio Baselli Diniz estavam presos desde que a Operação Hooligans foi deflagrada, em 20 de fevereiro. Tiago Aurelio dos Santos Ferreira, que também esteve detido em Oruro (BOL) no ano passado, entregou-se dias depois. Os três, além de Fernando Wilson de Carvalho, vulgo Suíça, que tinha mandado de prisão expedido, foram beneficiados pela decisão. Todos são membros de facções da torcida do Corinthians, como Pavilhão 9, Gaviões da Fiel e Camisa 12.
Morais Costa escreveu ainda que os torcedores apenas queriam que os jogadores honrassem o salário que recebem no clube.
"Em suma, tudo não passou de um ato (nada abonador) de revolta dos torcedores. Fiéis que são – e disso a própria equipe se vangloria , queriam apenas chamar a atenção: fazer com que os jogadores honrassem os salários que ganham, mostrando um futebol verdadeiramente brasileiro. Isto posto, com fundamento no artigo 395, III, do CPP, rejeito a denúncia. Expeçam-se alvarás de soltura clausulados e contramandado de prisão", escreveu o juiz no despacho.
O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) havia denunciado os torcedores nos artigos 288 (associação para o crime ou formação de quadrilha), 146 (constrangimento mediante violência ou grave ameaça) e 163 (destruição ou inutilização de patrimônio alheio). Todas elas foram rejeitadas.
Durante a investigação, a delegada Margarete Barreto, titular do Departamento de Homícidios e de Proteção à Pessoa (DHPP), havia pedido atenção e cuidado da Justiça para que o trabalho da polícia não fosse perdido.
O Ministério Público diz que vai recorrer da decisão.
A invasão ao CT do Corinthians gerou ainda um processo do Sindicato dos Atletas de São Paulo contra o Corinthians na Justiça do Trabalho, alegando “assédio moral e atentado aos atletas”, além de “ambiente de trabalho inseguro”. O pedido de indenização é de R$ 200 mil por cada um dos 31 atletas, somando R$ 6,2 milhões.
Fonte: Terra
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sábado, 15 de março de 2014

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LEIS ESQUISITAS AO REDOR DO MUNDO

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No Líbano, os homens podem legalmente ter relações sexuais com animais, mas têm que ser fêmeas. Relações sexuais com machos são puníveis com a morte.
No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitália feminina, mas ele é proibido de olhar diretamente para ela durante o exame. Ele pode apenas olhar através de um espelho.
Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários da funerária... Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou por um pedaço de madeira
A penalidade para a masturbação na Indonésia é a decapitação...
Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país e deflorar virgens, que os pagam pelo privilégio de ter sexo pela primeira vez. Razão: Pelas leis de Guam, é proibido virgens se casarem.
Em Hong Kong, uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero,mas deve fazê-lo apenas com suas mãos. Em contrapartida, a mulher adúltera pode ser morta de qualquer outra maneira pelo marido.
A lei autoriza vendedoras a ficarem de topless em Liverpool, Inglaterra,mas somente em lojas de peixes tropicais.
Em Cali, na Colômbia, uma mulher só pode ter relações com seu marido, quando na primeira vez que isso ocorrer, sua mãe estiver no quarto para testemunhar o ato.
Em Santa Cruz, na Bolívia, é ilegal um homem ter relações com uma mulher e a filha dela ao mesmo tempo.
Em Maryland preservativos podem ser vendidos em máquinas somente em lugares onde são vendidas bebidas alcoólicas para consumo no local.

Fonte: N.E.D
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terça-feira, 11 de março de 2014

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Crimes em estacionamentos podem gerar indenização

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Já imaginou o susto de estacionar o carro e, ao procurá-lo, não encontrar o veículo? E pior: ser sequestrado em um estacionamento que você pensava ser seguro?

Um levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal revela que de janeiro a março deste ano foram registrados 133 sequestros-relâmpago e seis latrocínios – roubos seguidos de morte – em estacionamentos públicos e privados de Brasília. Oitocentos e quarenta e sete veículos foram roubados. Os dados da secretaria ainda apontam que, a cada dia, em média, 13 veículos têm rodas e estepes furtados em estacionamentos do DF.

As vítimas desses crimes podem pedir na Justiça indenização. Um dos julgamentos sobre o tema chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e envolveu a Fundação Universidade do Vale do Itajaí - Univali. A instituição particular de Santa Catarina foi condenada a ressarcir prejuízo a uma seguradora, que indenizou um aluno cujo carro foi furtado no estacionamento da instituição de ensino.

O relator do caso, ministro Sidnei Beneti, destacou a aplicação da Súmula 130, do STJ, segundo a qual, "a empresa responde, perante o cliente, pela reparação de dano ou furto de veículo ocorrido em seu estacionamento". O magistrado lembrou de precedentes do STJ os quais reforçam a tese da responsabilidade civil de empresas, independente se cobram ou não pelo uso dos estacionamentos. 

“O estabelecimento comercial que oferece estacionamento em área própria para comodidade de seus clientes, ainda que a título gratuito, assume, em princípio, a obrigação de guarda dos veículos. Sendo assim, é responsável civilmente pelo seu furto ou danificação. É um precedente que já vem de bastante tempo. E esses precedentes vão levando a algumas orientações. Pouco importa se seja estacionamento gratuito ou pago, de uma empresa – qualquer espécie de empresa – se tem vigilância, se não tem vigilância, se tem guarda, se não tem guarda, se tem controle de entrada e de saída de veículos do estacionamento. Isso se aplica, também, aos estabelecimentos de ensino,  como as universidades particulares”. 

No caso de instituições ou órgãos públicos, o ministro Sidnei Beneti esclarece que há um diferencial e deve ser levado em conta. 

“A responsabilidade do estabelecimento particular é um pouco diferente da responsabilidade de estacionamento público, devido às diferentes leis de regência da matéria. Quanto a estabelecimentos públicos em geral, inclusive universidade públicas, prédios públicos, o Poder Público deve assumir a guarda e a responsabilidade do veículo quando ele ingressa na área pertencente a estabelecimento público apenas – e aqui está a diferença – quando esse estabelecimento é dotado de vigilância especializada para esse fim. Então, é preciso saber se o estabelecimento público tinha serviços de guarda e vigilância especializada para esse fim. Por hora, só nessa hipótese”. 

É comum vermos placas com avisos de que o estabelecimento não se responsabiliza por qualquer dano causado ao veículo ou por furtos de objetos guardados dentro deles. O professor Frederico Viegas, titular da Banca de Direito Civil da Universidade de Brasília (UnB), ressalta que isso não tira a responsabilidade da empresa. 

“O fato de você colocar aquela placa ‘eu não me responsabilizo por isso’, não retira a responsabilidade. Eu acho que no caso, a pessoa que está ali, fazendo da guarda de veículos um comércio, ele muito mais joga na probabilidade: eu boto a placa, se acontecer alguma coisa, de dez pessoas que vêm reclamar, eu me livro de oito e tenho que resolver o problema com duas, só. 

É importante destacar que várias situações podem provocar mudanças na legislação. Na Câmara Legislativa do Distrito Federal, por exemplo, tramita um projeto de lei que proíbe o funcionamento de qualquer estacionamento pago sem um plano de segurança aprovado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, que inclui, entre outros requisitos, a presença de vigilantes preparados e o monitoramento eletrônico. 

Autor(a):Coordenadoria de Rádio/STJ
Fonte: www.stj.gov.br
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sexta-feira, 7 de março de 2014

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JUIZ QUE IRONIZOU CNJ SE INTERNA EM CLÍNICA PSIQUIÁTRICA

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O juiz federal Marcelo Antônio Cesca, que ironizou em fotos postadas em redes sociais a demora do Conselho Nacional de Justiça para analisar a volta dele ao trabalho, informou que se internou na manhã desta quinta-feira (27) em uma clínica psiquiátrica de Brasília. O G1 procurou a unidade de saúde para obter mais informações sobre o paciente, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Marcelo Cesca, em postagem que ironizava CNJ por demora em julgar a volta dele ao trabalho
Em uma postagem na web, ele disse estar bem e pediu que os amigos o visitem. Pouco depois, a namorada dele, Helen Ruth Ribeiro, escreveu que as visitas podem ser feitas em qualquer horário. A instituição fica no Lago Norte. As causas da internação não foram informadas. Até então, o último pronunciamento dele havia sido no dia 22 de fevereiro.
Cesca foi afastado do cargo em novembro de 2011, depois de um surto psicótico. Em maio de 2013, três psiquiatras emitiram laudo dizendo que ele estava apto a trabalhar. O caso não foi analisado ainda. Em nota, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região1 (TRF 1) disse estar "empenhado na rápida solução do processo". O tribunal se posicionou após ser oficiado pelo Conselho Nacional de Justiça, depois que o caso ganhou repercussão na imprensa.
“Eu agradeço ao Conselho Nacional de Justiça por estar há 2 anos e 3 meses recebendo salário integral sem trabalhar, por ter 106 dias de férias mais 60 dias pra tirar a partir de 23/03/14, e por comemorar e bebemorar tudo isso numa quinta-feira à tarde ao lado de minha amada gata de 19 anos! Longa vida ao CNJ e à Loman [Lei Orgânica da Magistratura Nacional]!”, escreveu na legenda de uma delas.
O juiz é alvo de um processo disciplinar da Associação dos Juízes Federais do Brasil, que estuda a possibilidade de refiliá-lo à entidade novamente. De acordo com a organização, ele se desligou após a abertura de um processo administrativo disciplinar, em dezembro de 2011, que investigava as reiteradas agressões verbais do magistrado contra colegas e familiares deles.
Em postagem feita em uma rede social na madrugada do dia 19, o magistrado criticou a associação e os membros, pedindo a renúncia do presidente e da atual diretoria. "Podem me processar à vontade, capachos dos bandidos de toga", disse. O presidente da entidade decidiu não comentar o assunto.
De acordo com o TRF 1, a situação do juiz substituto é regular e o caso corre em segredo de justiça. "A tramitação do feito, contudo, vem observando os requisitos e ritos processuais próprios, de modo a assegurar a eficácia do preceito constitucional da ampla defesa e do contraditório", disse o órgão em nota.
"No momento, o processo encontra-se com vista à Curadora Especial do magistrado, para oferecimento de alegações finais. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região está empenhado na rápida solução do processo, mas, sobretudo, que essa solução seja justa e juridicamente válida", completou.
Cesca, que atuava na 2ª Vara Federal e recebe salário de R$ 22 mil, se diz indignado com a situação. “Isso é um absurdo e me afeta por vários motivos. Primeiro, não posso legalmente exercer outra profissão. Segundo, sem trabalhar, minha saúde piora, porque afeta minha autoestima. Terceiro, não posso me promover na carreira. Quarto, falta juiz, sobram processos e eu aqui olhando para o teto”, disse.
O juiz tem 33 anos e afirma se considerar muito novo para estar parado e afirma que quer voltar a trabalhar. "É tudo o que eu quero." Ele foi nomeado para o cargo em maio de 2006, no Paraná.
Fonte: G1
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

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Avô e neto se formam juntos em Direito

Postado Por Vida de Estudante de Direito  | Sem Comentarios

Uma família de Campinas (SP) terá dois motivos para se emocionar durante a colação de grau da turma de direito da Unisal (Centro Universitário Salesiano de São Paulo). Entre os formandos, avô e neto vão receber juntos os canudos da graduação.
Os dois entraram na faculdade em 2009 e, para cada um, as aulas serviriam como um diferente desafio. Guilherme Ramos Sassi, hoje com 23 anos, perdeu o pai aos 14 e passou um ano, após o fim do ensino médio, sem saber o que estudar. Já o avô Paulo Milton Sassi, que tem 76 anos, estava há mais de 30 anos fora da universidade (ele se formou em 1975 em administração de empresas) e tinha se aposentado.
"Eu estava ocioso e o médico tinha me alertado de que eu precisava fazer uma atividade e não podia ficar parado. Então o Guilherme me desafiou: 'Vamos prestar o vestibular?' E resolvemos tentar", diz o avô.
O neto, porém, tem uma versão diferente para o dia em que os dois decidiram fazer a prova. "Na época, eu estava meio mal e ele me ajudou muito. Ele é que me puxou para isso e disse que podíamos fazer o vestibular juntos", conta Guilherme.
A relação entre neto e avô fez dos dois grandes colegas de classe e parceiros de estudo. De um lado, Paulo tem facilidade em direito do trabalho, enquanto Guilherme é apaixonado por direito penal. "Meu avô é muito estudioso, enquanto eu gravo muito bem as matérias. A gente sempre se ajudou muito, inclusive nos trabalhos e provas", diz.
Com o tempo, Paulo se tornou bem mais popular que o neto nos corredores da faculdade. "Quando a gente ingressou, eu era o único velhinho, só tinha gente jovem ou de meia idade. Então, foi uma troca de experiências e os jovens me dedicaram um carinho muito grande."
Um obstáculo
Durante o curso, Guilherme decidiu fazer um intercâmbio nos Estados Unidos e os dois acabaram em turmas diferentes da faculdade. A mudança, porém, não foi o principal desafio da graduação. Em 2011, Paulo teve uma infecção após uma cirurgia de catarata e perdeu a visão de um dos olhos.
Nesse momento, ele até pensou em trancar a faculdade e desistir, mas amigos, professores e familiares não deixaram que isso acontecesse. Hoje, Paulo diz que a fase de recuperação da cirurgia foi até muito produtiva do ponto de vista acadêmico. "Os professores me passavam trabalhos e eu fazia em casa. Não perdi o semestre e ainda aprendi a trabalhar mais a parte de pesquisa", conta.
Hoje, Guilherme faz estágio em um escritório de advocacia e o avô é estagiário do serviço de assistência jurídica da universidade. E não pense que os planos juntos param com o fim do curso: os dois começam 2014 com o objetivo de estudar para o Exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e seguir a carreira jurídica.
"Eu só tive ganhos com essa experiência. Consegui manter o cérebro ativo e muitas coisas que eu não sabia acabei aprendendo na faculdade. Eu me sinto feliz e grato à minha família e à minha esposa, com quem me casei em 1956", diz Paulo.

Fonte: UOL
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